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SISTEMA respiratório

FOSSAS NASAIS

LÂMINA: Fossas nasais

SETA: Septo nasal, cartilagem hialina, epitélio pseudoestratificado ciliado

  As fossas nasais são revestidas por mucosa com diferentes estruturas, possuído três regiões, sendo estas o vestíbulo, a área respiratória e a área olfatória. O aquecimento, filtração e umidificação do ar inspirado ocorre ao passar pelas fossas nasais.
A área respiratória possui a maior parte das fossas nasais. A mucosa dessa região é recoberta por epitélio pseudoestratificado colunar ciliado, com muitas células caliciformes. Nesse local há glândulas serosas e mucosas que são lançadas na superfície do epitélio.
O muco produzido por estas glândulas e pelas células caliciformes são capazes de prender microrganismos e partículas inertes, sendo deslocado ao longo da superfície epitelial em direção a faringe, pelos movimentos ciliares. Esse deslocamento do muco protetor em direção ao exterior é importante para garantir a proteção do aparelho respiratório.
 

 

A área olfatória é uma região situada na parte superior das fossas nasais, sendo responsável pela sensibilidade olfatória. Essa área é revestida pelo epitélio olfatório, que contém os quimiorreceptores da olfação. As células de sustentação são prismáticas, largas no seu ápice e mais estreitas na sua base e apresentam na sua superfície os microvilosidades que se projetam para dentro da camada de muco que cobre o epitélio.
Os seios paranasais são cavidades nos ossos frontal, maxilar, etmoide e esfenoide revestidas por epitélio respiratório, que se apresenta baixo e com poucas células caliciformes.
Os seios paranasais se comunicam com as fossas nasais por meio de pequenos orifícios e o muco produzido nessas cavidades é drenado para as fossas nasais pela atividade das células epiteliais ciliadas.
 
Referência

JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J.. Histologia Básica. 12. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2013.

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Pulmão

LÂMINA: Pulmão

SETA: Bronquíolos, vasos

Os pulmões são responsáveis pelas trocas gasosas e os alvéolos permitem a troca do C02 do sangue pelo 02 do ar inspirado. A maior parte do parênquima pulmonar é constituída por alvéolos.
Os brônquios primários, ao penetrarem os pulmões, dirigem-se para baixo e para fora, dando origem a três brônquios no pulmão direito e dois no esquerdo. Cada brônquio supre um lobo pulmonar. Esses brônquios lobares dividem-se repetidas vezes, originando brônquios cada vez menores, sendo os últimos ramos chamados de bronquíolos.
Nos ramos maiores dos brônquios, a mucosa é idêntica à da traquéia, enquanto que nos ramos menores o epitélio pode ser cilíndrico simples ciliado, a cartilagem é rica em fibras elásticas e possui uma camada muscular lisa que circunda completamente o brônquio.

 

Os bronquíolos são segmentos intralobulares, tendo diâmetro de 1 mm ou menos: não apresentam cartilagem, glândulas ou nódulos linfáticos. O epitélio nas porções iniciais é cilíndrico simples ciliado, passando a cúbico simples, ciliado ou não na porção final.
O epitélio dos bronquíolos apresenta regiões especializadas denominadas corpos neuroepiteliais. Cada corpo neuroepitelial é constituído por 80 a 100 células que contêm grânulos de secreção e recebem terminações nervosas colinérgicas. Provavelmente, tratam se de quimiorreceptores que reagem às alterações na composição dos gases que penetram o pulmão.
Quando a espessura das paredes dos brônquios é comparada com a dos bronquíolos, nota-se que a musculatura bronquiolar é relativamente mais desenvolvida que a brônquica.
As crises asmáticas são causadas principalmente pela contração da musculatura bronquiolar, com pequena participação da musculatura dos brônquios.
 
Referência

JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J.. Histologia Básica. 12. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2013.

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